
Em novembro, a loja cheira a eucalipto e a terra molhada.
Desço ao mercado antes das oito, volto pelas escadas do Quebra-Costas e às nove e meia os baldes já estão na calçada. Trabalho com o que a estação dá: agora são as últimas dálias, crisântemos, ramos com fruta e muita coisa a secar.
Faço ramos para levar na mão, flores para casamentos e para despedidas, e entrego em toda a cidade.
Claraao balcão desde que a loja abriu
Na banca esta semana
Muda à sexta-feira. Se procura uma flor que não está aqui, pergunte: às vezes consigo, às vezes digo-lhe que não é tempo dela.
- Dálias café e bordeauxDe Baixo Mondegoaté ao São Martinho, depois acabam
- Crisântemos ferrugem e brancosDe estufa em Cantanhededuas semanas, se mudar a água
- Hortênsias a secar no péDe quintal de uma cliente em Celasficam bonitas o inverno todo
- Ramos de dióspiro com frutoDe Penacovauma semana, a fruta amadurece na jarra
- Eucalipto, louro e carvalhoDe apanhados na Mata de Vale de Canassecam devagar e continuam a cheirar
- Anémonas brancasDe primeiras da estação, poucascinco a seis dias, abrem muito
Feito cá dentro
Três trabalhos da semana passada. Nenhum ramo sai igual a outro, porque as flores também não chegam iguais.


Diga-me para quem é e do que essa pessoa gosta. A cor, escolho eu.


Casamentos e batizados
Faço poucos casamentos por mês, para poder estar lá no dia. Igrejas da Alta, a Sé Nova, a Igreja de Santa Cruz, quintas no vale do Mondego e na serra da Lousã.
- PrimeiroUma conversa na lojaTraga fotografias do vestido, do sítio, do que gosta e do que não quer ver nem pintado.
- DepoisUma prova de floresMonto um ramo de noiva de ensaio com as flores que vão existir naquela época, não com as do Pinterest.
- Na semanaCompra e preparaçãoAs flores chegam três dias antes para abrirem a tempo.
- No diaMontagem no localChego cedo, monto a igreja e a mesa, e no fim levo os arranjos que não quiserem guardar.
Pode incluir: ramo de noiva e réplica para atirar, lapelas, flores no cabelo, arco ou entrada da igreja, bancos, centros de mesa, a mesa dos noivos e flores para o batizado.
Marcar uma conversa sobre o casamentoPara um funeral, basta telefonar.
Sei que nessas horas ninguém quer preencher formulários. Ligue, diga-me o nome, a capela ou a igreja e a hora. Trato do resto e escrevo a fita com a frase que me ditar.
Atendo todos os dias, também ao domingo à tarde+351 900 000 000- Coroas de flores brancas ou com cor, como a família preferir
- Ramos para a urna compridos e baixos
- Palmas e ramos de mão para quem vem de fora e não chega a tempo
- Flores para a campa no dia ou no mês seguinte
Entregamos nas casas mortuárias e igrejas de Coimbra e no Cemitério da Conceição. Se lhe der jeito, pode pagar depois.

Entregas na cidade
Coimbra é feita de escadas. Para a Alta e a Baixa vamos a pé; para o resto, de carrinha, com os ramos deitados em caixas.

- Alta, Baixa e Sé Nova
- Vamos a pé, normalmente dentro de uma hora.
- Santa Clara, Celas, Olivais, Solum e Calhabé
- No próprio dia, se encomendar até às 15:00.
- Eiras, São Martinho do Bispo, Ceira e Antanhol
- No próprio dia ou na manhã seguinte, combinamos ao telefone.
- Hospitais da Universidade e Pediátrico
- Deixamos na receção, com o nome e o serviço no cartão.
Escrevo o cartão à mão, com a sua mensagem. Se quiser surpresa, não ligamos antes; se a pessoa não estiver, deixamos com um vizinho ou voltamos mais tarde.
Encomendar um ramo
Preencha o que souber. Ligo-lhe ou respondo por mensagem para confirmar as flores do dia.
- Telefone
- +351 900 000 000
- Enviar mensagem
- flores@exemplo.pt
- Loja
- Rua Exemplo, 21
3000-000 Coimbra
Porta aberta
- Segunda a sexta
- 09:30 às 19:00
- Sábado
- 09:30 às 17:00
- Domingo
- 10:00 às 13:00, só funerais por telefone à tarde
Contactos de exemplo, apenas ilustrativos.